Sou autêntica,uma eterna romântica. Procuro observar a essência das pessoas e valorizá-las. Gosto de escrever , principalmente, quando o coração está sensível. Exponho apenas sentimentos que preservo-os entre frases e textos. Gosto de crianças,amigos sinceros, flores, mar e poesias. Artes:pintura óleo sobre tela,desenhos. O livro que me acompanha é "O Pequeno Principe" de Antoine de Saint'Exupéry.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
PLEBEIA
Enquanto deitada solitária, inquieta e triste
Naquele mundo não poderá mais ficar
É hora de dar adeus e não mais alimentar.
A dor profunda como punhal desferido no corpo
E que fique cravado até o final.
Melhor que não seja retirado para não sangrar
E não ganhar grandes quelóides para relembrar.
O encanto de cinderela passou à meia noite.
Agora só resta o sapatinho de cristal.
09/10/2010
Naquele mundo não poderá mais ficar
É hora de dar adeus e não mais alimentar.
A dor profunda como punhal desferido no corpo
E que fique cravado até o final.
Melhor que não seja retirado para não sangrar
E não ganhar grandes quelóides para relembrar.
O encanto de cinderela passou à meia noite.
Agora só resta o sapatinho de cristal.
09/10/2010
domingo, 7 de novembro de 2010
À espera de um sinal do vento
Esvaindo-se lá vai à onda no doce encanto nas águas
A cada dia de ausência um carinho
Sem mágoas e ressentimentos
À espera de um sinal do vento
Quem sabe uma borboleta sobrevoe me trazendo novidades
Ou me dizendo que é hora de matar as saudades.
06/11/2010
A cada dia de ausência um carinho
Sem mágoas e ressentimentos
À espera de um sinal do vento
Quem sabe uma borboleta sobrevoe me trazendo novidades
Ou me dizendo que é hora de matar as saudades.
06/11/2010
sábado, 6 de novembro de 2010
BORBOLETAS
Coloridas e diurnas, as borboletas prenunciam acontecimentos alegres, No imaginário humano, porém, ambas estão relacionadas à alma.Na cultura greco-romana, assim como na egípcia, acreditava-se que a alma deixava o corpo em forma de borboleta. A palavra psique, em grego, quer dizer ao mesmo tempo espírito e borboleta. Nos afrescos de Pompéia, a psique é representada por uma criança com asas de borboleta.
Para a civilização asteca, ela era o sopro vital que saía pela boca do morto, além de estar associada a uma divindade (Itzpapalotl, cruzamento de uma mulher com uma borboleta). Esse simbolismo está relacionado à sua metamorfose, que, metaforicamente, expressa a saída do túmulo (casulo) para o renascimento. Essa associação de seu ciclo vital – a passagem do mundo dos mortos para o dos vivos-, também é utilizada na cultura oriental. No Japão, borboletas são espíritos viajantes; o seu surgimento anuncia uma visita ou a morte de um parente. Por outro lado, duas borboletas juntas querem dizer felicidade conjugal. No Vietnã, sua presença exprime longa vida, mas, nesse caso, é devido a uma coincidência fonética: duas palavras com pronúncia semelhante significam “borboleta” e “longevidade”.
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